Memorial do Convento

Encontro com as principais personagens

do romance de Saramago.

Veja em baixo a descrição dos vídeos que integram este projeto

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Para perceber a abordagem deste projeto oferecemos-lhe gratuitamente o vídeo “Padre Bartolomeu – O Voador”.

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Padre Bartolomeu

O VOADOR

P. Bartolomeu fala das suas experiências na corte d’el-rei D. João V com balões e ar quente, e da máquina voadora que está a construir em segredo com a ajuda de Blimunda e Baltasar, dos materiais necessários e do mais importante de tudo – o éter (as vontades humanas).

Padre Bartolomeu

O HERÉTICO

P. Bartolomeu interroga-se sobre a natureza divina, questionando de um modo herético a santíssima trindade, entre os desenhos dos planos da sua passarola, livros, alguns elementos da máquina voadora e diversos objetos do seu laboratório.

Miguel Real

SOBRE PADRE BARTOLOMEU

Compara-se a figura real deste jesuíta com a personagem do romance.

Apresenta-se uma síntese da vida real deste sacerdote jesuíta, desde o seu nascimento no Brasil, o seu noviciado em São Salvador da Bahia até às relações privilegiadas com o rei D. João V.

Baltasar Sete Sóis

O Construtor da Passarola

Ex-soldado maneta de D. João V, enquanto coloca o gancho que substitui a mão esquerda,  fala de sua chegada a Lisboa, da união com Blimunda, da construção da máquina voadora do p. Bartolomeu e do voo da passarola sobre Lisboa e Mafra.

Baltasar Sete Sóis

O Operário do Convento

Camponês de Mafra, da família Sete-Sóis, descreve o ambiente de trabalho das obras do convento, integrando o contingente de milhares de operários oriundos de todo o país e relata a epopeia do transporte da mãe pedra. Revela as idas ao local onde a máquina voadora permanece escondida desde a sua queda, na serra de Montejunto.

Miguel Real

SOBRE BALATASAR SETE SÓIS

Maneta de guerra; analfabeto, antigo camponês de Mafra, embora sem a mão esquerda, irá construir a máquina ou «fábrica» mais avançada do século XVIII a partir de um desenho de P. Bartolomeu de Gusmão e da ajuda de Blimunda.

Blimunda

O PODER DO OLHAR

Blimunda relembra a despedida da mãe, em dia de auto de fé no Rossio, onde viu Baltasar pela primeira vez. Fala dos seus poderes visionários, da sua relação com Baltasar e da recolha das vontades dos moribundos, o éter que fará voar a passarola do padre Bartolomeu de Gusmão.

Blimunda

PROCURA BALTASAR

Blimunda fala do desaparecimento de Baltasar, levado pela passarola, da noite em que matou um frade que a quis violar, e das incansáveis buscas que fez por todo o país ao longo de 9 anos para encontrar Baltasar.

Blimunda

O DESTINO DE UM NOME

Miguel Real lê o texto em que Saramago explica o nome de Blimunda.

Miguel Real

SOBRE BLIMUNDA

Blimunda possui uma estranha capacidade ecovisionária, mas apenas quando está em jejum e quando não muda o quarto da Lua. Miguel Real destaca as principais características de Blimunda Sete Luas.

D. João V

A PROMESSA DE UM CONVENTO

D. João V manifesta os seus anseios,  prometendo mandar construir  um convento de franciscanos na vila de Mafra, se lhe nascesse um filho. Decreta a arregimentação de operários no reino. (Refere-se aos planos do arquiteto Ludovice e ao lançamento da primeira pedra.) Seu grande desejo: construir uma nova basílica de S. Pedro de Roma em Portugal, atraindo sobre si e o país o olhar europeu.

Miguel Real

SOBRE D. JOÃO V

O desejo de D. João V, a construção do convento de Mafra, desencadeará uma epopeia de homens, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores arregimentados em todo o país, de arquitectos, engenheiros e materiais, vindos do estrangeiro e pagos a peso de ouro do Brasil, esgotando-o. Miguel Real destaca as principais características de D. João V e da narrativa da construção do convento.

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